sábado, 5 de dezembro de 2009


Hortelã

As propriedades terapêuticas são: digestiva, é uma planta boa em casos de gripe e constipações e para os enjoos das viagens. Actua também como agente anti-caspa, anestésico, anti-séptico, anti-bacteriano, descongestionante, estimulante capilar, refrescante.

Erva medicinal e culinária:

A medicina ayurvédica indiana utiliza-a para tratar feridas bucais, náuseas, promover a digestão e aliviar infecções respiratórias. Nós por cá, utilizamos tradicionalmente a infusão para acalmar distúrbios estomacais e ajudar a digestão de refeições pesadas. A hortelã fresca é usada para aromatizar receitas culinárias, aplicação que provavelmente adquirimos da cultura árabe.
O princípio activo da planta é o seu óleo volátil, constituído por mentol (35-55 por cento), metanona (15-30 por cento) e acetato metílico (3-10 por cento). O óleo actua, estimulando a secreção de sucos digestivos e da bílis, diminuindo a formação de gases e a flatulência, bem como a ocorrência de diarreias. Como relaxa os músculos da parede intestinal e atenua as contracções do aparelho digestivo pode aliviar os sintomas do síndroma do cólon irritável. Estimula ainda a produção de saliva, favorece o apetite, elimina o mau hálito e reduz as náuseas.

Óleo de hortelã: analgésico e para constipações:

O mentol presente no óleo possui um ligeiro efeito anti-séptico, e, por isso, inalações dos vapores do óleo de menta são eficazes contra as constipações, inflamações da laringe e a bronquite. Externamente, o óleo excita os nervos sensoriais, diminuindo a sensação de dor e actuando como analgésico ligeiro.

Pode ser aplicado topicamente sobre picadas de insectos pois diminui a comichão nas têmporas, alivia dores de cabeça e enxaquecas relacionadas com problemas digestivos; algumas gotas sobre a língua combatem o mau hálito, e bochechos com água aromatizada permitem aliviar dores nos dentes e nas gengivas.

Texto adaptado de uma recolha de vários sites.

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